
Será
destacado também, a revolução científica que descobriu novas formas de pesquisa
para o conhecimento do mundo, através das descobertas científicas do modernismo, tendo como grande fundamento a matemática. O que, indubitavelmente, nos levará a revolução cartesiana, proposta por Descartes, que entendeu o homem como uma máquina perfeita, governada por leis matemáticas exatas, o filósofo também destaca a dualidade corpo e alma.
Nessa
linha, veremos também a evolução da lógica matemática, bem distantes das concepções
aristotélicas, que com Frege, se mostra em uma formalização de equivalência
coerente entre símbolos lógicos e matemáticos em relação à estrutura dos
enunciados. Sendo por fim, ao final, abordada a distinção entre a ciência
clássica e os novos paradigmas da ciência, em especial o ideal de
sistematização do conhecimento da realidade, que toma lugar do mundo de
qualidades e diversidades da experiência humana, assim como, sua metamorfose
sofrida, onde a ciência procura a diversidade e riqueza qualitativa da natureza
em relação ao ponto da experiência humana.
